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Você tem se sentido entediado ou frustrado no trabalho ultimamente? Ou você trabalha em um setor com oportunidades de emprego em queda ou estagnação salarial?

Ficou por mais de 10, 20 anos na mesma carreira, as competências que têm são voltadas únicas e exclusivamente ao que fez por toda vida e encontra dificuldades para se reencontrar no mercado de trabalho?

Talvez você tenha sido recentemente dispensado ou demitido e esteja pensando em seguir uma direção totalmente nova ou quem sabe, não gosta mais da sua profissão, que se formou, se sente desmotivado para trabalhar e investir nela.

A melhor maneira de impulsionar sua carreira

Se você é um profissional pensando em fazer a sua transição no meio da carreira por qualquer motivo, aqui está uma boa notícia: a transição para uma nova carreira e indústria não significa que você precisará começar “do zero” na carreira. Comece avaliando a sua situação atual, quem é você e a sua trajetória até aqui, o que você quer fazer e qual trabalho o faria feliz.

Dê uma olhada nesta orientação para saber se você deve mudar de emprego ou mudar de carreira.

Se você estiver mudando de setor, provavelmente também desejará examinar as perspectivas do novo setor.

Em seguida, veja como criar um plano de transição para garantir uma mudança de carreira bem-sucedida.

Por que você quer fazer a transição — e para quê?

Se você atingiu o nível de meio de carreira, trabalhou por cerca de 10 anos, se não mais. Não é irracional que você sinta um desejo de mudança. A questão é: qual é a mudança certa para você?

Aqui estão algumas das possibilidades a serem consideradas:

Um novo emprego no mesmo campo

Se você gosta fundamentalmente do seu trabalho e está engajado em sua área, pode querer apenas um novo desafio ou mudança de emprego.

Nesse cenário, pode ser que não esteja mais gostando do trabalho específico – o ambiente, os colegas que trabalham com você, liderança, o horário, a cultura, a rotina, falta de oportunidades de crescimento etc.

Muitas vezes, trabalhadores profissionais em meio de carreira são promovidos a cargos de gestão que são menos satisfatórios pessoalmente do que quando trabalhavam diretamente em projetos.

Se for esse o seu caso, você pode escolher fazer um downgrade de função dentro da sua área de atuação.

Uma nova carreira em diferentes setores, usando habilidades semelhantes

Se a sua área de atuação está em declínio ou se tornando obsoleta, ou você se sente pronto para uma mudança significativa de foco, um trabalho que utilize suas mesmas habilidades, mas com um toque diferente, pode ser sua melhor opção.

Por exemplo, um jornalista pode querer mudar para relações públicas, ainda usando habilidades de narrativa e comunicação, mas atuar em uma profissão diferente.

Mudança geral

Às vezes, a mudança de vida e para uma carreira totalmente diferente são necessárias. Durante a carreira, muitas pessoas querem reinventar completamente sua vida profissional (e a si mesmas!).

Pense no trabalhador corporativo que deseja deixar a cidade e morar e trabalhar em uma fazenda. Essa é uma grande transição, mas é factível.

Dê uma olhada nessas dicas para  avaliar se sua carreira precisa de uma reforma:

  • Avalie os principais motivos que estão influenciando a mudança geral da sua carreira de forma clara e consciente;
  • Fale com colegas de trabalho e amigos e obtenha a opinião deles. Essas conversas podem ajudar a esclarecer o tamanho da mudança que você deseja fazer.
  • Faça um levantamento de todos os empregos que você já teve, desde os trabalhos na adolescência e estágios até a ocupação mais recente, para obter mais informações sobre o que você faz bem, suas competências e da sua trajetória profissional.

Crie um Plano de Carreira

Depois de identificar a sua trajetória profissional até aqui, você precisará avaliar quais habilidades possui, quais opções de carreira você têm para seguir e quais habilidades você precisará desenvolver. Em alguns casos, você poderá mudar de carreira sem fazer uma nova formação.

Identifique suas habilidades atuais:  Liste todas as suas habilidades técnicas e comportamentais. Que habilidades e talentos você possui e como eles podem ser aplicados à sua nova carreira?

Lembre-se, como trabalhador experiente, você está com sorte. Ao contrário de um funcionário de nível básico, você não está começando do zero.

Se você trabalhou na produção de televisão, por exemplo, mas quer mudar para recursos humanos, suas habilidades interpessoais, bem como habilidades de resolução de problemas e um talento especial para fazer malabarismos com tarefas e gerenciar personalidades, podem ser extremamente úteis.

Identifique as habilidades que você precisa ter:  Em seguida, veja os anúncios de emprego para a posição que você deseja ter. Que requisitos estão listados? Lembre-se, você não precisa ter todos os requisitos listados em um anúncio de emprego para se candidatar, mas há alguns que geralmente são decisivos:

  • Você pode precisar fazer um curso ou obter um diploma ou, uma certificação.
  • Você pode precisar fazer um corte de salário e começar em uma posição de nível inferior ao que está atualmente.
  • Ou talvez, você precise pensar em maneiras criativas de adicionar experiência ao seu currículo, como assumir uma posição de voluntário que permite que você aprenda novas habilidades.

Use todas essas informações para criar uma linha do tempo e uma lista de tarefas para sua transição para um novo trabalho – isso pode envolver aulas, trabalho voluntário, entrevistas informativas ou outras etapas.

Depois de identificar sua carreira ideal, seu próximo passo é elaborar um plano de ação de como obtê-lo. Você precisará se envolver com considerações do mundo real (pense: contas mensais, escolas de seus filhos etc.) para garantir que sua carreira dos sonhos seja realista com base em suas responsabilidades existentes.

Táticas de transição para candidatos em meio de carreira

Você identificou as habilidades transferíveis que você pode trazer para sua nova carreira, bem como as habilidades que você precisa adicionar. Agora, aqui estão algumas estratégias para tornar sua busca de emprego em um novo setor um sucesso.

  • Atualize seu currículo:  Apoie-se fortemente na  declaração de resumo  ou  na seção de objetivos  para expressar sua história e mostrar como suas habilidades e habilidades atuais são transferíveis. Além disso, confira  dicas sobre o que cortar de um currículo no meio da carreira e  como escrever um currículo de mudança de carreira poderoso . Certifique-se, também, de  direcionar suas cartas de apresentação  para os novos empregos para os quais você está se candidatando.
  • Use sua rede existente:  Não sinta que precisa iniciar uma rede totalmente nova só porque está mudando de marcha. Informe amigos próximos e confidentes de confiança que você está pensando em se mudar e compartilhe os detalhes sobre o que está procurando. Você nunca sabe quais trabalhos virão para as caixas de entrada das pessoas.
  • Olhe dentro de sua empresa atual:  Quem conhece você melhor do que sua empresa atual? Mesmo se você estiver fazendo uma grande mudança – de RH para vendas, por exemplo – seu local de trabalho atual pode estar disposto a trabalhar com você para fazer essa transição. Como a gerência conhece suas habilidades e realizações, eles podem estar mais dispostos a correr riscos e experimentá-lo em uma nova posição.
  • Expanda sua rede:  comece a participar de eventos de networking no campo em que deseja trabalhar. Prepare um  pitch de elevador e use-o enquanto faz aulas, socializa com amigos, etc. Informe a todos o tipo de posição que você deseja e como ela se encaixa logicamente em seu histórico de trabalho, mesmo que pareça um salto.
  • Faça entrevistas informativas:  Uma maneira fácil de expandir sua rede e aprender a linguagem do novo campo em que deseja entrar é fazer  entrevistas informativas .
  • Prepare-se para entrevistas de emprego:  Quando você estiver mudando de carreira, precisará convencer o entrevistador de que possui as qualificações certas para o trabalho. Essas dicas ajudarão você a vender suas habilidades e  a conseguir uma entrevista de emprego de mudança de carreira .
  • Uma última dica:  considere ir devagar, especialmente com mudanças drásticas. Se você tem uma posição de marketing, mas deseja fazer algo com criatividade prática, considere iniciar uma loja online ou criar um site para vender os seus serviços. Trabalhe nisso durante as noites e fins de semana, até ter uma noção clara se é financeiramente sustentável e gratificante. Além disso, existem estratégias que você pode implementar em seu emprego atual para  ajudar a garantir que sua próxima mudança de emprego seja bem-sucedida .

Em cada etapa de sua transição de carreira, pense em seus anos de experiência como uma vantagem, e não um impedimento.

Sua experiência ainda é significativa e pode favorecer a sua carreira futura, mesmo que seja diferente do que você estava trabalhando anteriormente.

Para você fazer essa transição de carreira de forma segura, mais rápida e alavancar os seus resultados com consistência, considere ser desenvolvido e ter o acompanhamento durante o seu processo de mudança, através do Coaching de Carreira. 

Sucesso em sua jornada!

As escolhas de carreira não precisam ser permanentes. A mudança de interesses e circunstâncias pode levar as pessoas a fazerem a transição para novas carreiras e indústrias.
Se você está considerando uma carreira diferente, faça um plano para que possa desfrutar de uma mudança bem-sucedida de um campo para outro.
Neste artigo, fornecemos dicas para tornar a transição para uma nova carreira suave e fácil.

Por que você deve fazer a transição para uma nova carreira?

Se você está infeliz em seu emprego atual, precisa mudar de vida ou deseja seguir seu sonho, considere fazer a transição para uma nova carreira. As pessoas podem fazer a transição de carreira porque:

  • Estão entediados ou frustrados com o trabalho existente

  • Quer mais oportunidades de crescimento

  • Quer melhores salários e benefícios

  • Quer um horário de trabalho flexível

  • Quer trabalhar remotamente

  • Necessidade de reduzir seus níveis de estresse

  • Desejar um melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal

  • Quer um trabalho mais significativo

  • Foram demitidos

Se os benefícios superam os riscos, mudar de carreira pode melhorar sua felicidade e qualidade de vida.

Dicas para quando você faz a transição de carreira

Mudar de carreira pode ser demorado, mas com um plano bem organizado, você pode fazer a transição sem problemas. Siga este conselho de transição de carreira para cada parte do processo.

Antes de fazer a transição de carreira

Antes de se comprometer com uma nova carreira, faça um plano, desenvolva um cronograma e siga os seguintes passos para se preparar:

Identifique suas habilidades transferíveis

Pesquise o setor escolhido e descubra quais de suas habilidades e pontos fortes existentes se aplicam a ele. Isso normalmente inclui habilidades sociais, como trabalho em equipe, comunicação, tomada de decisão e multitarefa.

Determine as habilidades que você precisa

Identifique as hard skills que sua nova carreira exige e comece a desenvolvê-las. 

Se você está buscando o emprego dos seus sonhos como designer gráfico, por exemplo, pode precisar aprender a usar determinado software de design. 

Você pode tentar aprender habilidades sozinho ou fazer aulas on-line ou em uma escola de comércio. 

Você pode adicionar essas habilidades ao seu currículo para ser mais competitivo ao se candidatar a um emprego em sua nova carreira.

Aprenda a indústria

Familiarize-se com o setor e sua terminologia para que você possa ter conhecimento antes de ser entrevistado para um emprego. 

Leia as descrições de cargos e publicações do setor e sites para aprender o vocabulário, equipamentos e deveres do trabalho. 

Adicione termos comuns ao seu currículo para mostrar aos gerentes de contratação que você entende do campo.

Considere as mudanças de vida

Identifique as partes de sua vida pessoal que podem mudar à medida que você se prepara para sua nova carreira. 

Se você tem uma família, por exemplo, pode precisar de cuidados infantis adicionais ou pode ter que se mudar. 

Sua transição de carreira também pode tirar um tempo de hobbies e relacionamentos.

Durante sua transição de carreira

Depois de se comprometer com sua transição de carreira, siga estas etapas para colocar seu plano em ação e alcançar seu objetivo:

Deixe seu emprego atual

Se você está empregado em um campo diferente, você quer se demitir profissionalmente e em boas condições. 

Dê ao seu gerente um aviso adequado (pelo menos duas semanas) e escreva uma carta formal de demissão explicando sua saída. 

Conclua todos os projetos existentes e documente suas tarefas e fluxos de trabalho para uma transição suave.

Volte para a escola

Grandes mudanças de carreira podem exigir que você obtenha uma nova certificação, licença ou diploma. Determine as qualificações que você precisa e o tempo e dinheiro que elas levam. 

Se você está fazendo a transição para uma carreira de paramédico, por exemplo, pode precisar de uma certificação avançada de suporte cardíaco à vida, que normalmente leva um dia para ser concluída. 

Outras carreiras, como administração de saúde, exigem graus avançados, como um mestrado em administração de empresas, que leva dois anos para ser concluído.

Rede

Conecte-se com profissionais do setor online e pessoalmente. Eles podem aconselhá-lo e orientá-lo e ajudá-lo a aprender mais sobre sua nova carreira. Eles também podem recomendar vagas de emprego ou apresentá-lo a gerentes de contratação. 

Construa sua rede participando de eventos do setor, ingressando em uma associação e se comunicando com pessoas de sucesso em seu campo por meio de sites de redes profissionais. 

Configure entrevistas informativas para saber mais sobre o setor e o que esses profissionais fazem.

Atualize seu currículo

À medida que você ganha mais conhecimento, habilidades e qualificações do setor, adicione-os ao seu currículo. 

Destaque suas habilidades e experiências existentes de maneiras diferentes para que elas se apliquem ao seu novo campo. 

Escreva uma declaração objetiva que explique suas metas de carreira e o que você pode trazer para a indústria. 

Saiba também qual experiência anterior deve ser removida do seu currículo se ela não for mais benéfica para você.

Candidate-se a cargos de nível de entrada

Entenda que você pode precisar iniciar sua nova carreira em um nível ou salário inferior ao que tinha anteriormente. 

Você pode até obter experiência fazendo um estágio ou trabalho voluntário antes de se candidatar a um emprego em tempo integral. 

Seja realista sobre as posições para as quais você se qualifica e esteja preparado para trabalhar até o nível desejado.

Esteja preparado para responder a perguntas

Durante as entrevistas, os gerentes de contratação vão querer saber por que você está mudando de carreira. Prepare uma resposta forte, positiva e confiante. 

Por exemplo, você pode explicar como deseja seguir seus sonhos, desafiar a si mesmo ou fazer algo significativo com sua vida. 

Os entrevistadores também vão querer saber como suas experiências passadas o preparam para um novo emprego. 

Concentre-se nas semelhanças entre este trabalho e os anteriores e os resultados obtidos, como aumentos de receita ou o número de pessoas que você gerenciava.

Após a transição de carreira

Depois de fazer a transição de carreira, siga os seguintes passos para ter sucesso em seu novo campo e continue se desenvolvendo profissionalmente:

Continue sua educação

Depois de entrar em um novo setor, procure oportunidades de educação continuada que o ajudem a crescer profissionalmente. 

Estes podem incluir conferências, seminários, webinars e aulas online ou presenciais. 

Você pode encontrar aulas de educação para adultos que ensinam certas habilidades, como sistemas operacionais de computador, em faculdades locais ou escolas de comércio. 

Muitas associações do setor oferecem cursos especializados e certificações por meio de seus sites.

Seja paciente

Prepare-se para passar anos aprendendo sobre seu novo setor e ganhando experiência antes de atingir suas metas. O avanço na carreira é um processo gradual – seja paciente e se esforce para ter sucesso.

Principais objetivos durante uma transição de carreira

Ao longo de sua transição de carreira, lembre-se por que você decidiu fazer a mudança e continue trabalhando em direção aos seus objetivos. Estes podem ser:

Financeiro

Ao iniciar uma nova carreira, você pode receber um salário menor do que deseja ou tinha em seu emprego anterior. Faça um orçamento e ajuste suas economias de acordo com as mudanças financeiras. 

Trabalhe em direção a marcos e promoções em seu novo emprego que possam levar a bônus ou aumentos salariais.

Qualidade de vida

Se você deixou sua antiga carreira por mais flexibilidade e equilíbrio entre vida profissional e pessoal, entenda que pode levar tempo para atingir esse objetivo. 

Olhe além do estresse imediato de mudar de carreira em direção a um estilo de vida mais satisfatório e relaxante.

Experiência

Você pode precisar continuar seu treinamento e educação à medida que faz a transição de carreira. 

Reserve um tempo para estudar, praticar novas habilidades ou fazer aulas para ganhar a experiência necessária para ter sucesso em sua nova carreira.

Profissional

Se você deixou seu emprego anterior para ter mais oportunidades de progressão na carreira, faça do crescimento profissional seu principal objetivo. 

Busque oportunidades de educação continuada, expanda sua rede e aceite mais responsabilidades no trabalho.

Essas 05 dicas vão te ajudar a ganhar “aquele gás” no home office e evitar o estresse de vez

 Que o home office veio para ficar, disso ninguém tem dúvida. Muitas pessoas se adaptam muito bem a esta modalidade de trabalho e se sentem mais produtivas, do que quando trabalhavam fisicamente nas empresas. Mas, essa realidade não é para todos. 

queixa constante da maioria dos profissionais é de muito cansaço, esgotamento mental, estresse e já não sabem o que é vida pessoal e vida profissional, pois se tornaram uma só.

Cada pessoa precisa do seu próprio tempo de adaptação e em muitos casos, é necessário mais do que se adequar com o trabalho em casa, é fundamental se capacitar para o exercício de suas atividades e alcançar a alta performance sem adoecer.

Tudo isso dentro do cenário de pandemia, incertezas, instabilidade e mudanças rápidas, vem como uma bomba que pode explodir a qualquer momento e impacta diretamente na energia e nas atividades a serem desempenhadas no trabalho home office, remoto/teletrabalho.  De forma inconsciente, afeta a autoestima e introspecção, aumenta-se o cansaço e indisposição e consequentemente, chega a desmotivação, podendo até chegar a um estágio mais grave, como o Burnout e Zoom Fatigue. E como numa bola de neve, afeta a dinâmica familiar, principalmente de filhos em idade escolar. E haja energia para suportar tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, não é mesmo?

Mas, calma! É possível evitar todos esses problemas. Se eu consegui, com certeza o profissional que seguir as dicas abaixo também conseguirá!

Eu trabalho de forma remota, no home office e no modelo híbrido há mais de 10 anos e enfrentei todos esses desafios e muito mais e não desisti. Pelo contrário, funcionou tão bem para mim, que criei um método que funciona para profissionais, equipes e gestores, que tenho ajudado a terem vida no trabalho em casa com produtividade e sem estresse, principalmente nesse tempo de pandemia.

Atualmente, pelo menos 88% das empresas optaram pelo trabalho à distância de seus funcionários. E a tendência, pós pandemia é de continuarem alguns dias da semana ou até 100% do expediente.

O profissional que não se adaptar ao home office e trabalho remoto, correrá o risco de ficar fora do mercado de trabalho.

Vamos às dicas!!! Para ser um profissional produtivo e feliz, aumentar a energia com muita saúde e mandar o estresse para o espaço, aqui vão 05 dicas para colocar em prática a partir de agora:

01. Mantenha o seu ambiente organizado, limpo, arejado e confortável. E aqui vale não levar comida para a mesa de trabalho e não deixar acumular aquele lixinho perto da mesa diariamente;

02. Crie uma rotina diária, incluindo o horário de trabalho, pausas, almoço, uso de redes sociais etc. Não se esqueça de incluir tempo para atividades saudáveis como exercícios físicos, tempo com a família e para os estudos;

03. Compartilhe a agenda com quem mora e divida responsabilidades pessoais. O alinhamento é importante para evitar distrações e interrupções no horário de trabalho, como por exemplo, estar naquela reunião importante e o filho ficar pedindo atenção;

04. Horário de descanso é para descanso! Aproveite esse tempo livre para falar com amigos mesmo à distância, brincar com os filhos e/ou com animais de estimação, curtir uma música que goste, dançar, jogar um game legal e se desligar completamente do trabalho;

05. Crie o hábito de meditar, orar e agradecer diariamente. A meditação e oração são ótimas formas de ligar a mente ao “EU MAIOR” e a gratidão é a forma mais direta de se ligar ao otimismo, felicidade e prosperidade em todas as áreas da vida e, com certeza, todos os seus dias serão mais leves e melhores.

Veja também “Como aumentar os seus resultados no home office com 03 pilares fundamentais” no vídeo abaixo:

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Conhecer essas tendências é indispensável para qualquer profissional que queira se destacar até 2030

O mercado de trabalho está mudando aceleradamente e, com o avanço da tecnologia, é indispensável repensar a carreira, se não quiser ficar fora dele, independente da área de atuação.

Ainda em 2019, a Dell encomendou a pesquisa “Projetando 2030”, que apontou que 85% dos empregos que existirão nos próximos oito anos serão novos. Além disso, 30 milhões de vagas serão modificadas no mundo, pelo impacto de tecnologias, como a IA (Inteligência Artificial). Esse futuro não está distante, o presente já é composto por posições que antes eram impensáveis de se tornarem realidade um dia.

Essa mudança no campo profissional, reflete numa mudança significativa na forma contratar talentos, trabalhar e fazer novos negócios. Por isso, o futuro das posições dentro da área de inovação nas empresas, que não querem ser “banidas do mercado”, deverá ter duas coisas em comum: colaborativa e integradora.

Colaborativa, porque é necessário criar-se uma mentalidade e cultura voltada para a inovação e alinhar com as capacidades profissionais e demandada por cada área. E integradoras, porque cada vez mais haverá tecnologias diferentes, singulares, específicas e que gerem a melhor experiência aos seus usuários. Ambas, colaborativa e integradora, devem andar juntas com a estratégia organizacional, fazer parte dos seus OKR (Objective Key Results) e serem acompanhadas de perto, do contrário, a inovação não acontece ou tende a fracassar em pouco tempo, afinal, o uso da tecnologia e o que ela gera, depende de humanos.

Fique de olho nestas cinco profissões que, num tempo longínquo, não pensaríamos que fossem existir algum dia, mas agora já são realidade, segundo o Consultor de Tendências Edu Paraske, em entrevista à FORBES Brasil, com explicação adaptada por mim, Patrícia Gonçalves, Especialista em Gestão de Carreiras e Lideranças e Humanização de Talentos na Era Digital, para sua melhor compreensão:

DESIGNER DE MODELO DE NEGÓCIOS

Esse profissional apoia as equipes de inovação corporativa em sua busca por novas oportunidades de negócios desejáveis, viáveis que possam agregar valor e resultados de negócios, sem perder tempo e dinheiro. Ele cria e desenvolve modelos de negócios que são adequados aos fluxos financeiros, ou seja, de receita e estratégias de preços para novos produtos ou serviços. Além disso, o Designer de Modelo de Negócios ajuda marcas a inovarem em outros modelos de negócios, para que não fiquem apenas no core business.

ESPECIALISTA EM METAVERSO

Esse especialista é responsável por repaginar o mundo virtual para o mundo 3D, a partir de tecnologias com realidade aumentada, e grandes marcas vão adotar o metaverso não apenas para experiências imersivas, como eventos, reuniões, passeios, entre outros; mas para transformar a experimentação de produtos também. Já pensou em fazer o test drive de um carro sem ter que se deslocar até a concessionária? O especialista em metaverso precisará compreender o que é preciso fazer, analisar todas as possibilidades que esse ecossistema oferece e definir o melhor caminho a seguir.

ESPECIALISTA EM NFT (non fungible token) / BLOCKCHAIN 

Os NFTs se tornaram uma das maiores tendências do mundo dos criptoativos em 2021, com um aumento de 55% nas vendas em relação a 2020, que saíram de 250 para 389 milhões de dólares, enquanto o primeiro trimestre de 2021 teve um valor total de vendas de US$ 2 bilhões. Estima-se que “não alcançamos nem 10% de todo o potencial de negócios com NFTs”. Esses resultados apontam para boas perspectivas e oportunidades para negócios se tornarem mais rentáveis ao “utilizar tecnologias para abertura de novas unidades de negócios, como games, coleções licenciadas, artes ou peças do mundo fashion, entre outros”, afirma Edu Paraske. E é aí que entra o papel do Especialista em NFT/Blockchain, que tem profundo conhecimento sobre o assunto e será responsável por apoiar a organização a tomar a melhor decisão para o negócio.

 

PROTOTIPADOR BASEADO EM DADOS

“Os dados e a maneira de visualizá-los estão cada vez mais acessíveis e intuitivos. Em breve, as tecnologias chegarão no estado da arte para promover um acesso amigável aos dados em todas as plataformas e para todas as áreas.” O Prototipador baseado em dados é responsável por ter ideias de prototipação a partir da análise de dados, definir ações estratégicas, quais tipos de testes devem ser feitos, como os experimentos serão testados, como será a experiência do usuário e qual protótipo deverá ser colocado em prática para gerar negócios e fazer a diferença para a companhia.

E por último, ainda tem a profissão de AGENTE DE MUDANÇA DA INOVAÇÃO

Muitas empresas, principalmente as maiores no segmento de Tecnologia da Informação, já tem profissionais semelhantes na Governança ou na área de Inovação, ou até mesmo dentro da área de RH, os chamados “double hat” ou seja, alguém acumula esta função de treinar e aculturar a empresas.

Mas, o Agente de Mudança da Inovação é aquele profissional essencial e estratégico que toda organização precisa ter para assumir a responsabilidade de transformação da cultura de inovação.

Se você é uma pessoa que pensa em seu futuro profissional, ficar por dentro das tendências e profissões que já são realidade em muitos negócios, e você que nem imagina, pode te ajudar a sair na frente e ser mais valorizado no mercado.

 

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O mercado está cada vez mais competitivo e, diante das mudanças que estão cada vez mais rápidas e das transformações digitais, muitos profissionais, mesmo que altamente qualificados e experientes, estão perdendo espaço para seus concorrentes. Isso é esperado, principalmente porque as necessidades dos consumidores mudaram consideravelmente nos últimos dez anos e estão muito mais seletivos para comprar produtos e serviços. Afinal, não basta ter um bom preço, deve-se ter valor agregado ao que está sendo oferecido também.

A analogia de profissional como “produto na prateleira do mercado”, define se somos profissionais despreparados e descartáveis ou profissionais diferenciados e desejados. Quando você vai a um supermercado e precisa comprar uma lata de óleo, por exemplo, você comprará a lata que estiver amassada e com informações sobre a validade e os ingredientes duvidosos, ou a que estiver em ótimo estado de conservação, têm informações claras e algo a mais a oferecer?

O que faz uma pessoa escolher “entre a melhor e a pior lata” está relacionado ao DIFERENCIAL COMPETITIVO, mesmo que ambas tenham o mesmo preço. E o mercado profissional se comporta da mesma forma. Produtos e serviços que possuem alto valor agregado e são diferenciados conseguem conquistar uma fatia maior do mercado, mesmo que sejam mais caros.

Muitos profissionais se enganam acreditando que ter qualidade é ter diferencial competitivo, porém, qualidade é uma condição básica, ou seja, deve fazer parte de qualquer produto e serviço. Mas, então, o que de fato é diferencial competitivo e como usá-lo à seu favor na oferta de seus produtos e serviços? Continue lendo esse artigo para aprender mais sobre esse assunto.

A primeira coisa que você deve ter em mente que concorrente é todo aquele que atrai os seus possíveis futuros clientes para comprarem dele, do que de você. E isso está ligado diretamente ao diferencial que ele possui frente aos serviços e produtos que você ou sua empresa oferece.

Um diferencial competitivo deve ter as características fundamentais abaixo, segundo Michael Porter, professor da Harvard Business School em Administração e Economia:

1. Não ser copiado ou imitado facilmente: um diferencial competitivo só existe se aquilo que é oferecido não pode ser copiado facilmente. Se você é um profissional autônomo, empregado, profissional liberal ou tem uma pequena, média ou grande empresa, e oferece atendimento personalizado e exclusivo, de qualidade, e usa alguns canais de atendimento para realizá-lo, isso pode ser facilmente copiado por sua concorrência e, portanto, passa a não ser um diferencial competitivo.

2. Deve ser único: isso significa que não deve haver outras formas de suprir as necessidades do mercado consumidor e cria uma posição de valor frente aos concorrentes. Se a sua tecnologia ajuda um público específico a aumentar os seus resultados em menos tempo, é seguro e fácil de usar, e é único no mercado, será um diferencial competitivo.

3. Ser superior/melhor que dos concorrentes: a performance dos seus produtos e serviços devem ser superiores aos de seus concorrentes. Se a sua garantia é maior e o seu suporte é mais rápido, se tem um método consolidado e funciona de maneira mais rápida e eficaz, esses são diferenciais que podem contribuir com sua posição de destaque no mercado.

4. Se aplicar a múltiplas situações: o diferencial competitivo escolhido deve ser aplicável a múltiplas situações, por isso, é tão importante ter planejamento e normas e procedimentos bem detalhados e fazer uma boa gerência de projetos ao criar um produto e serviço. Um exemplo clássico é a Apple, que possui um software único e aplicável a qualquer um de seus produtos, como smartphones, tablets, notebooks, relógios etc.

4. Deve ser sustentável: o seu produto e serviço podem ter todas as características acima, porém, se não forem sustentáveis, não terão diferencial competitivo, pois deve ser sustentável, se manter ao longo do tempo, suportar diversas situações, com lucratividade e crescimento contínuo. Além da Apple, que continua crescendo por possuir todas essas características, podemos exemplificar outras empresas como: Amazon, Microsoft, entre outras.

Não precisa ser um grande profissional e empresa para ter diferencial competitivo, pelo contrário, é necessário pensar nele a partir do momento que se pretende empreender e até mesmo, buscar um posto de trabalho dentro de uma organização.

Você pode ser o produto mais desejado na prateleira do mercado, cobrar o preço ideal, encantar os seus clientes, continuar crescendo e afastar a concorrência, fazendo melhorias na oferta e entrega de seus produtos e serviços, a partir de um olhar mais clínico das necessidades reais do seu cliente ideal e criando as estratégicas corretas.

Quais são os seus maiores desafios no mercado atualmente para ter diferencial competitivo na sua carreira e negócio? Gostaria de saber por onde começar e o que fazer para que o seu cliente compre apenas de você ou da sua empresa e afastar de vez a concorrência?


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Saber a diferença entre o Coaching e Mentoring ajudará você na melhor escolha na hora de buscar orientação para sua carreira.

É comum, que ao longo da nossa jornada profissional queiramos crescer e sermos mais realizados.

Fazer a escolha das melhores capacitações, da melhor carreira, ser bem-remunerado, promovido e mais realizado no trabalho e, consequentemente, em todas as áreas da vida. Ter sucesso, ser reconhecido, tudo isso, faz parte dos objetivos da maior parte dos trabalhadores em todo o mundo. Algumas pessoas conseguem alcançar esses resultados mais rapidamente e outras, nem tanto, pois se encontram, por vezes, perdidas, sem foco, desgastadas, sem saber por onde começar e até mesmo, com pouco tempo para fazer tudo que gostariam.

Nessas situações, é comum o profissional buscar a ajuda de Coaching ou Mentoring. Porém, antes de fazer a melhor escolha, é imprescindível saber a diferença entre eles:

Coaching e Mentoring são duas soluções distintas, mas que normalmente causam confusão durante a escolha, devido as similaridades de seus processos. Mas, para ajudá-lo a fazer a melhor escolha para crescer profissionalmente, vou deixar mais claro esses dois processos aqui:

💎COACHING (Aprendizado de dentro para fora): É o processo que conduz uma pessoa a desenvolver capacidades e cognitivas comportamentais, por meio de ferramentas cientificamente comprovadas, para o alcance de metas e objetivos, dentro de um prazo definido.

  • O Coaching não tem como propósito o aconselhamento, consultoria ou mentoria, não se trata de terapia e não “dá aula” com teorias e respostas prontas.
  • O Coach (profissional) CONDUZ o Coachee (cliente) a partir do seu estado atual (presente) para a chegada no seu estado desejado (futuro), usando estratégias que proporcionem maior desempenho, tarefas e ações práticas;
  • O Coach (profissional) não precisa necessariamente ter experiência na mesma área/profissão em que seu Coachee (cliente) para lhe conduzir e, uma de suas premissas, é o “não julgamento”;
  • Usa metodologia, que tem como base principal, o uso de perguntas, ferramentas e de técnicas para o encontro das respostas certas para as questões apresentadas, ajudando o Coachee a desenvolver seus pontos fortes e potencialidades, eliminar interferências, aumentar o foco, disciplina e mudanças comportamentais, através do autoconhecimento e autoaprendizagem;
  • Ideal para desenvolvimento de soft skills (habilidades comportamentais).

Se o seu objetivo é o de alcançar um dos resultados abaixo, o Coaching de Carreiras é a especialidade que te ajudará a realizá-los:

  • Quer fazer a mudança de emprego/profissão de forma segura;
  • Quer desenvolver comportamentos assertivos para se posicionar profissionalmente em um novo cargo, nicho, desafio em qualquer lugar que esteja;
  • Quer desenvolver o comportamento de liderança e empreendedor;
  • Quer melhorar a sua performance profissional, ganhos e crescimento na sua área de atuação, organização, carreira, projetos e aumentar a sua vantagem competitiva no mercado;
  • Têm dúvidas em que atuar como profissional em qualquer idade, durante a aposentadoria e em outro país;
  • Deseja melhorar os relacionamentos interpessoais, autocontrole, comunicação, disciplina, descobrir e usar seus pontos fortes e eliminar a procrastinação e os comportamentos autossabotadores, entre outros.

🧠MENTORING (Aprendizado de fora para dentro): É o processo realizado para transferência de conhecimento e experiência em determinada área, competência, habilidade, profissão.

  • Mentoria não é Coaching, mas pode usar ferramentas de Coaching para acelerar os resultados do (a) Mentorado (a). Não é aconselhamento, autoajuda e nem terapia também;
  • É realizado por um (a) Mentor (a) (tipo de professor) especialista, experiente e com alto know-how em determinado assunto, área, conhecimento, nicho, mercado, profissão.
  • O processo de Mentoria é orientado a partir de análises iniciais, que incluem a avaliação do estado atual, pontos de melhoria, necessidades e objetivos, entre outros. E, a partir daí, são criadas estratégias, planejamento e ações orientadas pelo Mentor a serem realizadas pelo Mentorado;
  • Diferentemente do Coach, o Mentor precisa ter experiência no conhecimento que seu (sua) Mentorado (a) tem como necessidade;
  • Ao longo de todo o processo, além das orientações específicas, a Mentoria envolve a aplicação de atividades práticas, acompanhamento e uso de ferramentas, dentro de um prazo determinado (conforme análises realizadas, estratégias e ações) e método validado, utilizado pelo (a) Mentor(a) experiente.
  • Ideal para desenvolvimento de hard skills (habilidades técnicas).

Se o seu objetivo é receber orientação profissional para se posicionar e recolocar no mercado de trabalho e crescer em sua carreira, de ter o seu próprio negócio/empreender , desenvolver competências técnicas de liderança e na sua área de atuação/profissão, e até mesmo, escrever aquele tão sonhado livro e lançar o seu projeto digital em 2021, de forma mais rápida e direcionada, o Mentoring é o processo mais indicado para você.

Imagine-se aprendendo tudo isso em 03 (três) meses, poder reutilizar esse aprendizado eternamente, através de um profissional que já fez o caminho e possui décadas de experiência e conhecimento, como um (a) Mentor (a) tem. O que você preferiria? Contratar um (a) Mentor (a) para ajudá-lo de forma mais rápida ou fazer o caminho mais demorado e incerto sozinho?

Agora, sabendo da principal diferença entre Coaching e Mentoring, qual desses dois processos você escolheria para te ajudar a crescer na sua carreira agora?

Fale conosco! Queremos te ajudar neste momento!

“Disrupção”, uma das palavras mais faladas na era digital. Diretamente ligada à quebra brusca ou ruptura de um modelo tradicional ou existente, a disrupção gera mudanças significativas, importantes e inovadoras no mercado, na forma como as pessoas pensam, vivem, em seus hábitos e comportamentos e como fazem as coisas, impactando assim, até mesmo a cultura de uma sociedade. Exemplos clássicos de disrupção são as mudanças que a transformação digital vem proporcionando nos últimos anos, como: as formas que nos comunicamos e nos relacionamos com as pessoas, como assistimos filmes, ouvimos músicas e como oferecemos e consumimos produtos e serviços. Para que isso acontecesse, o velho padrão de fazer as coisas foi rompido e deu lugar à nova forma de pensar, criar e agir. No entanto, embora a “disrupção” seja mais falada na atualidade, ela sempre esteve presente ao longo da nossa história de inovações.
Mas, qual é a porta de entrada da disrupção dentro das empresas?
Sem dúvida, a porta que se abre do lado de dentro das empresas se chama Liderança Disruptiva, termo que surgiu dos autores, o General Stanley A. McChrystal e Otto Scharmer. A Liderança Disruptiva se refere ao estilo onde líderes se relacionam com seus liderados de forma não tradicional e adaptando-se de forma ágil às mudanças e tendências. De olho no futuro, os líderes disruptivos estão prontos para a ruptura de velhos padrões e modelo estrutural. É o estilo de liderança ideal para empresas que querem se consolidar no mercado, crescer de forma sistemática, rentável, sustentável e exponencial. O líder disruptivo é o “olho de águia” dentro da empresa que olha para fora (para o futuro), para o que vem depois e antevê tendências. É visionário e está constantemente à procura de melhorias nas soluções, processos e atendimento aos clientes, e de impactar o negócio e mercado de maneira positiva, para que resultados significativos aconteçam através das pessoas, não de forma hierarquizada, mas humana e cocriativa. Segundo o General McCrystal, “A liderança disruptiva faz aquilo que nos parece óbvio: olha para o outro como ser humano, não como uma ferramenta inanimada que serve para cumprir ordens.” Ou seja, “A liderança disruptiva tem um papel fundamental para as organizações se adaptarem às mudanças e construir o futuro”, de acordo com Otto Scharmer. E claro, isso só é possível através do engajamento de pessoas num modelo de irmandade, onde existam propósitos e objetivos claros e onde todos saibam a sua fundamental importância e impactos, dentro do processo de mudança como um todo.

Como agem os líderes disruptivos?

  • São obstinados por mudanças e não seguem modismos;
  • Lideram a transformação relacional e institucional, ou seja, usam os relacionamentos, colaboração e participação de todos os membros da organização e cliente, e olha para o mercado para ver o que pode melhorar e mudar;
  • Sabem usar os melhores talentos do seu time em prol da inovação, integrando-os com transparência no compartilhamento de ideias e decisões mais oportunas e gerando autorresponsabilidade;
  • São autoconfiantes e geram autoconfiança para o seu time e organização e lideram o futuro emergente agora;
  • Sabem avaliar riscos, comunicar as suas ideias, negociar e ganhar a atenção da alta gestão e acionistas para fazer com que mudanças aconteçam na cultura organizacional;
  • Dividem “aplausos” e conquistas com os envolvidos no processo, fortalecem as qualidades e enxergam os erros no momento de aprendizado;
  • Não desistem com os “nãos” recebidos e usam o fracasso como lições aprendidas e melhoria de estratégias;
  • Sabem se posicionar diante de desafios, ambientes complexos e adversidades, mesmo sendo pegos de surpresa, agem rápido;
  • Estão sempre se atualizando, aprendendo e evoluindo.
Em poucas palavras, sobre tudo que você leu até aqui e olhando para o seu cenário atual, responda:
  1. De 0 a 10, o quanto você se considera um líder disruptivo?
  2. Qual inovação você criou na sua empresa junto com o seu time?
  3. Você se deixa consumir como líder operacional, onde fica submerso nos problemas a resolver diariamente ou cria soluções para evitar que os problemas aconteçam, por meio de mudanças inovadoras?
  4. Quais estratégias você usa para criar um futuro emergente agora?
  5. Que estrutura financeira, econômica evolutiva pode te guiar para enfrentar o que vem pela frente?
  6. Você está preparado para liderar pessoas mais inteligentes que você?
Como Master Leader Coach Trainer e Mentora de Líderes com mais de duas décadas de experiência no mundo corporativo, em ambientes dos mais simples aos mais complexos, eu ouso dizer, que o sucesso de qualquer liderança é o quão disposto o líder está em quebrar padrões – a começar por si mesmo, mudar seu Mindset, romper paradigmas e não se conformar com o “velho”, mas buscar o “novo pelo novo”, fazer a diferença, ter e gerar senso de significado e importância, saber se posicionar e deixar o seu legado naquilo que faz. Fazer igual, o comum, o básico, muitos líderes fazem e vemos os resultados disso em nossa sociedade diariamente – e muitas vezes, não é porque “querem”, mas porque não descobriram seus melhores recursos para se tornarem líderes disruptivos. Liderar empresas e equipes, superar os desafios do futuro emergente agora pode ser muito mais fácil, quando líderes estão habilitados para isso.
Se você acredita que precisa de ajuda para ser um líder disruptivo, convido você a conhecer o Curso LIDERE, que já ajudou vários líderes a se desenvolverem de forma prática e pode ajudar você também.
Não se nasce um líder disruptivo, se escolhe sê-lo e para isso, é necessário preparação, coragem e ousadia para mudar e promover mudanças. Esse artigo contribuiu com você? Compartilhe!

A profissão de coach é uma das que mais crescem no mundo e estima-se que pelos próximos anos, ela cresça ainda mais. Isso se deve ao fato de que estamos vivendo numa era de transformações rápidas, e é necessário que o indivíduo esteja preparado para lidar com todas as mudanças na velocidade em que elas acontecem.

Além disso, como profissional, ele deve se adequar aos skills comportamentais e socioemocionais para que performe melhor diante dos desafios dentro das organizações e no mercado, e para ajudar as pessoas a alcançarem essa necessidade, a busca por coaches bem conceituados e experientes estará cada vez maior.

No entanto, com a popularização da carreira de desenvolvimento de pessoas, se diferenciar dentro desse mercado é algo que só pode ser conquistado por quem se prepara com dedicação e com o apoio das melhores ferramentas e profissionais.

Com mais de 10 anos de experiência ajudando coaches de todos os níveis, sintetizei neste artigo três passos para alavancar a sua carreira de coach como foco em construir o seu diferencial para ser procurado pelos clientes certos  e destravar sua carreira.

1º Passo: Defina o nicho, subnicho e sub-subnicho de mercado

O nicho é uma parte de um mercado específico, o subnicho é uma parte menor deste mercado e o sub-subnicho é uma fatia desta parte menor do mercado.

Por exemplo, o meu nicho é carreiras e eu estou falando para quem está interessado em carreiras. Mas dentro de carreiras, tem profissionais que estão interessados em concursos públicos, preparação para vestibulares, artes, música etc.

No entanto, eu trabalho com posicionamento e ascensão de carreiras de líderes, coaches e profissionais de desenvolvimento humano. O fato é que eu ajudo esses profissionais a fazerem a sua transição de carreira até crescerem em suas profissões e negócios.

Mas será que é fácil definir o nicho assim, logo de “cara”? Eu por exemplo, para escolher o meu nicho, subnicho e sub-subnicho, uni toda a minha experiência, aptidão, estudo e muitos testes até me tornar uma referência nele e criei um método exclusivo que ajuda os profissionais que eu desenvolvo, na escolha certa de qual é a parte e “partezinhas” do mercado que eles querem atuar.

E para você começar a definir o seu nicho, subnicho e sub-subnicho, escolha aquele que:

  • É capaz de gerar a transformação que o seu público e mercado buscam;
  • Esteja adequado aos skills que você domina e/ou precisa se aperfeiçoar para dominar e realmente gerar a transformação que promete;
  • Esteja alinhado com o seu propósito, missão e objetivos (inclusive financeiros).

É importante você saber que em um mercado concorrido como o de Coaching, assim, como em qualquer outra profissão e negócio, a inovação é indispensável e ela começa a partir do momento que você define bem esse primeiro passo.

Se hoje, alguém te perguntar, qual é o seu nicho no Coaching, o que você responderia?

2º Passo: Tenha consistência

Muitos coaches almejam ser uma referência no mercado, mas poucos sabem o que isso significa na prática.

Ter um nicho bem definido, estudar nas melhores escolas de Coaching do Brasil e do mundo, ter centenas de certificações internacionais e ter um perfil que chama a atenção nas redes sociais vale muito, porém, isso não é suficiente para alavancar a sua carreira.

É necessário ter consistência entre o que vende e o que faz, entre o que você é e o que oferece.

Para ser um coach de confiança é indispensável que o Coaching faça parte do seu próprio DNA.

Ou seja, as pessoas sabem quando você é um profissional de verdade, não pela propaganda que faz, mas pelo que realmente entrega, como age e se comporta em ambientes diferentes e diante dos seus próprios resultados.

O primeiro case de sucesso tem que ser o seu. Faça testes, pratique o Coaching com o máximo de pessoas que você puder antes de oferecê-lo no mercado e tenha uma meta razoável de cases de sucesso.

Mas por que isso é importante? Porque essa é uma excelente prova social e serve como evidência de que pessoas atendidas por você realmente atingiram os objetivos.

Para isso, não tenha vergonha de pedir depoimentos, mas lembre-se que a melhor propaganda é a mudança provocada no seu coachee, pois ela despertará a curiosidade em outras pessoas, e adivinha quem o seu coachee contará que o ajudou? Claro, será você! Frequentemente, meus coachees e mentorados me indicam antes mesmo de seus processos serem concluídos.

Porém, a transformação que acontece no coachee, varia de caso para caso e do quanto o seu trabalho como coach está evoluindo com ele.

Agora responda para si mesmo: O que as pessoas dizem sobre você hoje? O que você quer que elas digam sobre você amanhã?

3º Passo: Faça da sua profissão de Coach um negócio de Coaching

É comum vermos coaches deslumbrados com a sua profissão, missão e com a mudança que ajudaram a promover no outro, e tudo isso é realmente maravilhoso.

No entanto, mais do que pensar o Coaching como uma carreira, é necessário vê-lo como um negócio.

Ele precisa ter um metas claras, uma gestão firme e focada nos resultados, precisa ter como centro do negócio a satisfação do cliente, um planejamento financeiro adequado à realidade atual e aos sonhos futuros, processos bem determinados.

A seriedade que você aplica na gestão do seu negócio é capaz de potencializar e muito o nível de confiança que seus potenciais clientes estão dispostos a depositar em você, bem como o quanto eles estão dispostos a investir para atingir os resultados que você  quer ajudá-los a conquistar.

Você crescerá de acordo com a forma que se posiciona hoje para crescer. Seu negócio vai até onde os seus olhos estiverem preparado para alcançar.

Como mentora de coaches, ouso dizer que o sucesso não é para poucos, ele é para aqueles que sabem quem são e onde querem chegar, que se posicionam, agem e que não se acomodam com ele.

Os 10 Piores Erros do Coach em Início de Carreira

O Coaching é uma das carreiras que mais crescem no mundo nos últimos anos e isso se deve a crescente busca pelo desenvolvimento pessoal e profissional, aumento de performance corporativa e a necessidade de lideranças e times estarem cada vez mais preparados socioemocionalmente para lidarem com pressões e exigências organizacionais e do mercado, em tempo recorde.

Mas, ao mesmo tempo que o mercado cresce, muitos coaches também enfrentam objeções em sua jornada e, até mesmo críticas, pelos desconhecidos dessa metodologia e os “anticoaches”.

Eu sou coach há muitos anos e confesso que de uns dois anos para cá tenho percebido dois tipos de movimentos, que são os “anticoaches” e o “todo mundo é coach”.

O primeiro é avesso ao segundo pelo fato do Coaching ter ganhado uma proporção enorme nos últimos anos, virou “a bola da vez” e infelizmente, muitas pessoas que dizem ser coaches, nem sempre passaram por uma formação adequada para ser um bom profissional e virou o “chatonildo” em seu meio, “o coachtista” (coach fanático), o vendedor sem ser vendedor, sai “atirando para todo lado” e acha que todo mundo precisa de Coaching, que um chavão muito comum usado no nosso meio.

Meu objetivo aqui é trazer uma reflexão aos coaches, como profissionais e aos “avessos aos coaches”, sobre as confusões que estão acontecendo entre o que é realmente “ser um coach” e “não o ser”.

O Coaching é capaz de transformar a vida das pessoas (se elas quiserem, é claro!) e realmente faz a diferença dentro dos resultados de uma organização e por isso, todo mundo que passa por uma formação quer que o mesmo aconteça com todo mundo. P

orém, o que trago aqui serve de alerta quando o assunto é carreira, nova profissão e aí entram vários fatores importantíssimos que esse novo profissional deve levar em conta, antes de sair se vendendo como profissional coach.

1. O primeiro fator é ver o Coaching como “Missão de Vida” e “Vocação”

É comum sair de uma formação de Coaching e ficar empolgado, tocado, sensibilizado, pois os cursos promovem de forma profunda o autoconhecimento, que é o primeiro passo para ser um profissional.

Porém, preste atenção nessa hora! Assim como em toda carreira, se a nossa missão de vida não tem nada a ver com a vocação e vice-versa, dificilmente teremos sucesso.

A confusão que o recém-formado faz está em “descobri a minha missão de vida e agora quero levá-la para todo mundo”, como se todo mundo quisesse.

Wow! Para tudo! Vamos lá! Depois da missão de vida vem a vocação para ser coach, a que tipo de nicho e pessoa que ele atenderá, afinal, é um negócio, tem que ser levado a sério se quiser se diferenciar no mercado.

Quando em me formei lá no início de 2012, eu escolhi o nicho de carreira e liderança, não foi aleatório ou porque dava dinheiro, mas porque estava ligado a minha vocação e a minha missão de vida, ou seja, estava congruente, com a minha experiência, propósito e visão e por isso venho alcançando resultados positivos até hoje, assim como vários profissionais de excelência que conheço no meio Coaching. E sabe o que acontece quando acha que “ser coach” é apenas viver a missão de vida? Corre-se o risco de “ser chato” ou ser coach 100% voluntário pelo resto da vida.

2. O segundo fator é “Quero viver de Coaching”

Se quer viver de Coaching, tem que se preparar, ter coragem de empreender. É comum eu escutar: “Nossa! Eu gosto tanto de ser coach, que não tenho coragem de cobrar para atender!”, Wow! Vamos lá! A menos que o coach tenha quem o sustente em casa ou tenha um trabalho paralelo, é impossível viver apenas pela missão de vida.

Se quer viver de Coaching, deve desenvolver habilidades comportamentais como empreendedor, uma vez que é um negócioque começa como autônomo para muitas pessoas até se tornar uma empresa consolidada.

E aqui existem alguns caminhos que levam um coach a ter sucesso ou não, assim como em qualquer profissão. Acredite! É possível viver de Coaching em um país como o Brasil que tem mais de 14 milhões de desempregados e várias empresas fechando as portas por causa da crise.

Eis aí uma grande oportunidade de ajudar o nosso país e as pessoas crescerem, mas é preciso usar estratégias corretas que nenhuma escola de Coaching vai ensinar para seu aluno, assim como em nenhuma escola e faculdade ensinou enquanto estudávamos. É preciso unir os skills certos (técnico e comportamental).

Só assim conseguirá unir missão, trabalho e carreira e entregar valor ao cliente para fazer o negócio de Coaching ser rentável.

3. O terceiro e último fator nesse artigo, pois existem mais, é “Ser seguro e passar segurança ao cliente”.

E aqui costumo dizer, antes de procurar por uma formação de Coaching, não procure a mais “barata” ou “a que se divulga melhor nas mídias sociais”. Faça um estudo antes com base no seu objetivo de vida e carreira. E aqui vale para o coach e para quem vislumbra essa profissão.

Se o seu objetivo é se formar para atuar como profissional, leve em consideração a seriedade das escolas, quais órgãos são certificados internacionalmente, quantos anos de mercado possui, se ela atende o seu propósito enquanto visão profissional, pesquise, pesquise, pesquise.

Sabe por quê? Porque aqui no mercado, do lado de fora, a empresa que te contratará exigirá uma formação séria e que dê resultados.

Algo muito importante para a segurança de um coach e para a segurança do coachee (cliente), além da formação em uma escola séria é estudar continuamente, investir em cursos sobre o comportamento humano, não focar apenas em um método, uma escola, fazer cursos internacionais, investir em uma mentoria para ajudá-lo em sua jornada, tudo isso faz parte da carreira de um coach.

O investimento na carreira de Coaching é imprescindível para o sucesso profissional e dicas de passagem, é alto, que de cara, inicialmente, entre básico (Personal & Professional), intermediário (Business e/ou Executive) e avançado (Master Coach) serão gastos no mínimo R$ 60.000,00, isso sem contar os cursos adicionais. Para isso, um bom planejamento financeiro poderá ajudá-lo.

Aos coaches que querem ser profissionais, vale sim a pena investir nessa profissão. Essa foi a melhor escolha que eu fiz na minha carreira, não me arrependo de nada, eu tinha certeza que esse era o caminho que queria trilhar e o faço com muita seriedade, dedicação e invisto nisso constantemente – simplesmente está no meu DNA e no que realizo todos os dias.

Aos “anticoaches”, o Coaching sempre existiu, é milenar, não é “modinha”, vale a pena conhecer mais, se aprofundar, procurar profissionais sérios quando precisar e, se você já é bom e quer ser extraordinário.

Clique no botão abaixo e saiba como pegar o seu! ​

O mundo todo falando sobre Inteligência Artificial, enquanto muitas pessoas estão se sucumbindo por falta de Inteligência Emocional. Será que estamos diante de uma uma evolução ou involução humana?

Pesquisas indicam que quanto maior é a Inteligência Intelectual, menor é a Inteligência Emocional…O fato é que há muito tempo estamos falando de Inteligência Artificial, que é cada vez mais presente no nosso dia-a-dia e também um caminho sem volta.

Os robôs, os chat bots, tecnologia 5G, os carros autônomos e as novas formas de se (re) inventar, tudo acontecendo muito rápido.

Ao mesmo tempo, tem-se falado muito de problemas e doenças emocionais que afetam diretamente a Inteligência Emocional de uma pessoa.

Basta ver as notícias na TV ou observar o comportamento de pessoas que conhecemos de longe, mas que podem estar bem perto de nós também.

Depressão, síndrome de burnout (esgotamento profissional), entre outras doenças psicossomáticas, não escolhem o rosto, o bolso, o corpo e nem o quanto de sucesso e fama uma pessoa tenha. Entre tantos outros problemas que extrapolam o nosso entendimento humano, que estão destruindo vidas de forma violenta.

  • O fato é que se trouxermos para a área profissional, uma pessoa com baixa IE não consegue usar o seu talento e inteligência ao máximo e nem se relaciona de forma equilibrada com as pessoas.
  • Além disso, são vítimas das circunstâncias e não protagonistas da própria história.
  • Sua autoestima é baixa, assim como sua flexibilidade para mudanças.
  • E seus resultados estão sempre aquém do que gostaria de ter, pois simplesmente se coloca na posição de coadjuvante e não como líder de si mesmo.

💣Infelizmente muitas pessoas desconhecem seu ponto de equilíbrio e se tornam uma bomba relógio, prestes a explodirem.

A baixa Inteligência Emocional cega o indivíduo e ele acha que está sempre certo e que a culpa é do outro…Mas nesse caso, a culpa é tão somente da falta de autoconhecimento e isso reflete na vida pessoal e profissional.

A partir do momento em que nos vemos, é impossível deixarmos de nos ver, mas é preciso coragem e um respeito profundo consigo mesmo.

A partir do autoconhecimento profundo é possível reconhecer emoções que causam todos os problemas acima mencionados e eliminar as causas de vez com a ajuda de profissionais especializados.

Como você lida com suas emoções diante de uma adversidade?

Você é reativo diante de uma situação problemática ou pensa com cautela?

De 0 a 10, o quanto você se posiciona diante de um novo desafio?

Como recebe as más notícias ou notícias que não te agradam?

Eu não sei o que você respondeu acima e como isso tem refletido nos resultados das diversas áreas de sua vida e principalmente nos âmbitos pessoal e profissional, mas se alguma dessas respostas estiver impactando a sua vida de forma negativa, talvez seja a hora de parar e ter um encontro consigo mesmo.

O AUTOCONHECIMENTO é o primeiro estágio para melhorar o POSICIONAMENTO de um indivíduo na sua vida pessoal e/ou profissional.

Sem isso, o SER não se reconhece, o FAZER não se estabelece e o TER não se merece. É como se alguém estivesse tentando subir a escada e não passasse do primeiro degrau.